quinta-feira, 25 de novembro de 2010

“O Mal Das Drogas”

Escrito por:
-Maria Inês, José Pedro, Emanuel e Raúl
Numa escola chamada E. B. 2,3 Âmbar, havia um menino chamado Emanuel. Era pequeno, cabelos loiros e um bocadinho gordo.
Nesta escola também havia outros meninos e meninas, grandes e pequenos.
Certo dia,  alguns rapazes e raparigas, que estavam do lado de fora dos portões da escola, chamaram o Emanuel.
Meninos maus:
-OH! Emanuel! Anda cá seu maricas, nós não te fazemos mal!
Essa rapaziada era má, portava-se muito mal, assustava os meninos mais pequenos da escola, e por vezes ameaçava-os.
Era o caso do Emanuel.
Eles um dia ameaçaram-no.
Meninos maus:
-Oh! Emanuel anda cá se não esfaqueio-te todo.
 Um dia Emanuel foi com eles (assustado)…
Foi dar um passeio com eles e a sua vida mudou para sempre.
Emanuel foi com eles e começou a consumir droga.
A partir desse dia, nada mais foi igual.
Deixou de sorrir, de ter amigos, tornou-se agressivo, de gostar da escola, …estava diferente.
Passou a roubar para comprar a sua droga.
Na aula de AP.:
Prof.:
-Turma, hoje vamos falar sobre drogas. Emanuel, já que estás ai tão falador e desatento, anda cá tu falar sobre as drogas.
Emanuel:
-Oh! Stor não vou .

Prof:
- Emanuel, porque é que não vens?

Emanuel  (com voz agressiva):
- Oh! Stor, não quero ir.
Prof (mais irritado do que o Emanuel e com voz muito agressiva):
-Óh meu menino, ou vais ao quadro falar ou levas uma falta disciplinar.
Emanuel, todo irritado, sai da sala.
No dia seguinte , o seu amigo Raul viu-o num estado lastimoso (estava a fumar a droga com os seus «novos amigos») e disse-lhe:
Raul:
-Pára com isso! Tu não vês que destróis a tua vida e fazes sofrer quem te ama!
Recordando-lhe os momentos em que foram felizes.
Raul:
-Lembras te quando brincava-mos no parque e divertíamo-nos a jogar futebol.
Emanuel :
-Isso era passado.
Raul:
Lembra-te que eramos tão felizes e amigos .
De repente, Emanuel sente-se mal.
Raul, que na verdade era o seu grande amigo, chamou o INEM. Os outros que estavam com ele fugiram, não ajudaram e abandonaram-no ali.
Raul: (ao telemóvel):
- Boa tarde, eu tenho um amigo desmaiado. Preciso urgentemente de uma ambulância.
INEM:
- Com certeza.
Emanuel, em coma, ficou internado.
Passado uns dias.
Enfermeira Rosário:
- Good afternoon.

Raul:
-Boa Tarde (não percebendo nada), gostava de saber o estado do meu amigo.
Enfermeira Rosário:
-. Your friend is right in the moment. Emanuel had a problem, but nothing too bad

Nesse mesmo momento Emanuel acorda.
Raul:
-Milagre,vem dito seja o senhor.
Entra Dr.ª Inês Gonçalves:
-Boa Tarde.
Raul:
-Boa tarde, você será a médica que está a acompanhar o caso do Emanuel.
 Dr.ª Inês Gonçalves:
-Sim, sou.
Raul:
-Podia me dizer quando é que pode sair o Emanuel do Hospital?
Dr.ª Inês Gonçalves:
-Em principio daqui a 2 dias.
Raul:
-Obrigado, adeus e até daqui algum dia.
Saiu do hospital com a ajuda do seu amigo conseguiu superar o vício da droga.
Mas Emanuel, depois de toda esta tragédia teve uma atitude de grande herói, foi juntamente com o seu grande e verdadeiro amigo, Raul, à polícia. Denunciou aqueles falsos amigos que continuavam do lado de fora da escola a «desviar», desencaminhar outros meninos doces, meigos como ele.
Emanuel:
-boa tarde senhor agente.
Agente Meireles:
-Boa tarde o que desejam.
   Emanuel:
-cria fazer uma queixa
 Agente Meireles:
-Consertesa, digam lá o que querem.
Lá Emanuel contou a sua história .
O agente montou uma operação e eles foram apanhados.
Agente Meireles:
-Tomem lá que desta não se escapam.
Foram a tribunal.
Juiz:
- Boa tarde, está aberta a sessão . Chamo Emanuel a depor.
Emanuel lá contou a sua história
Os advogados e outros discutiram etc.
 No fim, o juiz condenou-os. E eles agora passam os ricos dias a ver o sol às risquinhas, que é como quem diz, na prisão.
Mais tarde na TVI (Televisão Independente SA) o pivô da TVI dá uma notícia de última hora.
Pivô:
- Boa noite, eu sou o Pedro Martins no jornal Nacional.
- Hoje, temos aqui connosco uma convidada especial: Dr.ª Inês Gonçalves que nos vai falar das drogas envolvidas no incidente de alguns dias atrás .
Dr.ª Inês Gonçalves:
- Vou falar sobre as drogas:
As drogas estimulantes mais conhecidas são as anfetaminas, a cocaína e seus derivados. As anfetaminas podem ser ingeridas, injetadas ou inaladas. Sua ação dura cerca de quatro horas e os principais efeitos são a sensação de grande força e iniciativa, excitação, euforia e insônia. Em pouco tempo, o organismo passa a ser tolerante à substância, exigindo doses cada vez maiores. A médio prazo, a droga pode produzir tremores, inquietude, desidratação da mucosa «boca e nariz principalmente», taquicardia, efeitos psicóticos e dependência psicológica.
Pivô:
- Antes de terminar o telejornal vamos ouvir a Dr. Silva Coelho.
Pivô:
- Boa noite Drª. Silva, pode nos dizer o que é a Diabetes?
Drª. Silva:
- Boa noite.
- A diabetes é uma doença que ocorre quando o organismo produz pouco ou nenhuma insulina, e sem insulina a glicose (açúcar) não entra na célula. O Pâncreas é o órgão responsável pela insulina…
Pivô:
-Boa noite e obrigado Dª. Silva Coelho

Pivô
- Boa noite e até amanha.
Agora Raul e Emanuel fazem parte de um grupo de voluntários que vai às escolas contar a sua história procurando assim ajudar outros meninos.
Fim.
(Sugestões para figurinos e adereços)
Roupa :
Emanuel - calça de ganga com camisola azul (quando é drogado, usa o cabelo despenteado, um gorro e usa a roupa esfarrapada).

Raul – com roupas muito direitas e muito bonitas, com o cabelo muito bem arranjado e com uma gravata.
Meninos maus - gorros pretas e roupa toda amarrotada.
Prof: roupa normal
Enfermeira Rosário - Bata Verde
Drª. Inês Gonçalves – Bata Branca e estetoscópio ao pescoço.
Agente Meireles - Todo de azul com botas e casaco  almofadado .
Juiz: Capa preta e roupa normal
 Pivô Pedro Martins – gravata preta e camisa branca, calças pretas e sapatos de couro.
Dr. Silva Coelho: fato preto.


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Projecto de canções para a dramatização "Maria e Inês: Sim ou Não às Drogas"

Trabalho elaborado por: Inês Almeida, Vanessa Silva, Eliane Oliveira e João Fernando

 Hey ya (adaptação da música…)
Nós já dissemos tudo,
já vos explicamos que não queremos estudar,
as aulas são uma seca nós só gostamos,
mas é de brincar.

Os testes são importantes
Para a aprendizagem escolar
Os professores são fixes
e ensinam-nos  multiplicar.

Hey ya} 4x

Deram réguadas,
Deram-nos chapadas,
Deram-nos pontapés,
E puxões de orelhas.

Deram mimos,
Deram-nos carinhos,
Deram-nos amor,
E atenção.

Nós só queremos,
Ver as aulas a acabar,
Os professores são chatos,
E vão- se pisgar.

Não façam isso,
Não digam mais nada,
Vá lá } 4x
Venham para cá.

Não podem resistir.
Não podem resistir.

Nós só pedimos,
Que se vão embora,
Vão lá }4x
Vá lá, toca andar.
Não nos vão calar
Calar, calar, calar,
A escola é um lindo sítio,
Para estudar, aprender e trabalhar.

Hey ya } 8x     


Viver a vida

Hey, hey, hey, ieee nunca é demais!
Agora sinto e tenho a certeza
Que as drogas fazem muito mal.
Viver com o coração e pensar com a cabeça
Tivemos muito para mudar
O passado é para esquecer
E o presente é para viver.
Num dia de sol, assaltamos uma casa
Roubamos dinheiro e droga, fomos comprar
Só sabemos que o mundo não podes parar
Refrão
Corrigir erros não é demais
Emendar o mal nunca é demais
Procurar saída não é demais
Saber quem somos não è demais
Corrigir erros não é demais
Emendar o mal nunca é demais
Procurar saída não é demais
Saber quem somos não è demais
Nunca e demais
Numa noite escura roubamos nossos pais
Para tirar dinheiro e para drogas comprar
Descobriram que dinheiro roubamos
Ligaram para a policia e á prisão fomos parar
Logo depois fugimos da policia
Tivemos um acidente e ao hospital fomos parar
Alguns de nós ficaram doentes
E outros muito magoados
E também preocupados
Refrão
Hey, hey, hey, ieee nunca e demais
Hey, hey, hey, ieee nunca e demais
Hey, hey, hey, ieee nunca e demais
Hey, hey, hey, ieee nunca e demais
Corrigir erros não é demais
Emendar o mal nunca é demais
Corrigir erros não é demais
Emendar o mal nunca e demais
Corrigir erros não é demais
Emendar o mal nunca é demais
Corrigir erros não é demais
Emendar o mal nunca é demais
Nunca é demais
Corrigir erros não è demais
Emendar o mal não é demais
 Procurar saída não é demais
Saber quem somos não è demais


"Maria e Inês: sim ou não às Drogas?" (em elaboração)

Texto para uma dramatização vídeo elaborado por: Maria Dias, Maria Petiz, Zhanna Volovnic, Wilson Sousa e Francisco Fernandes. 

Numa rua pouco habitada, uma menina dirige-se a um homem para comprar drogas.
Maria a segredar: - (Queria droga, cocaína).
Traficante – (São 60 euros porque é para ti e vê lá se não contas a ninguém...)
Olham à  sua volta, vendo se alguém os viu.
Maria dirige-se a um banco , senta-se a chorar , pensando no divórcio dos pais. (Projecta-se o filme do divórcio dos pais) .
Maria toma a droga . (fadeout).
No dia seguinte , na escola , toca a campainha e entram todos os alunos, incluindo a Maria . Maria e os seus amigos mal comportados cantam protestando contra as aulas. Inês , melhor amiga da Maria , cantam uma canção com os seus amigos bem comportados dizendo que querem aulas.
Hey ya
Os alunos sentam-se para que comecem as aulas.
Pedro – Professor , iam dois iogurtes numa passadeira e foram atropelados . Porque é que um não morreu?
PROFESSOR-NÃO SEI NEM QUERO SABER. Deixem-se de brincadeiras!!
Xavier -Ó professor , é mesmo dããããã! Não vê que o iogurte era (da marca) Longa Vida!
Todos se riam mesmo a Inês e os alunos bem comportados.
Inês para Maria – Hey ,pára de rir!
Toca a campainha , saiem todos menos a Maria e a Inês.

Inês – Então , o que se passa contigo?
Maria , empurrando Inês – Pára!
Maria – Deixa-me em paz !!
Inês - Fala comigo , sou tua amiga!
Maria - Os meus pais separaram-se!
Começa a cantar a musica “ Dream on lover”.
Maria vai para casa do pai.
Pai - Como  é que está a correr as aulas?
Maria - pai!  Isto não tem jeito nenhum, uns dias para tua casa outros para casa da mãe!
Maria vai para o seu quarto , chorando.
No dia seguinte , Inês segue Maria no caminho para a escola.
Maria vai para trás de uma árvore e toma a droga .
Inês vê o que Maria fez e fica tão surpreendida que sem querer dá um grito.
Maria ouve o grito de Inês, e vai para a escola, a correr.
Toca a campainha.
Professor – bom dia alunos! Abram o livro na página 45.
Carolina  – Professor de que lado é a asa da caneca?
Professor – Só vos vou responder , porque estou de bom humor. Depende do lado que se pousar a caneca
Diana – Ó  professor, não vê que é do lado de fora.
Acabam as aulas.
No dia seguinte Inês vai falar com a Maria.
Inês - Maria andas a tomar drogas?
Maria – Sim, ando a tomar drogas, mas não te interessa.
Inês – Não devias fazer isso, faz-te mal!
Maria (muito zangada) – Já sabias que isto ia acontecer! Andaste-me a perseguir?!
Maria sai a correr e Inês vai atrás dela, mas não a apanha.
No dia seguinte Inês vai falar com o director, sobre o assunto.
Inês – Senhor director! Os pais da Maria separaram-se e para ultrapassar o problema ela anda a tomar drogas!
 Director – Não acredito! Temos de fazer alguma coisa! Tens alguma ideia?
Inês – Tenho! Podíamos afixar cartazes por toda a escola em inglês, sobre o mal que as drogas fazem, em que todos os alunos tinham que fazer um cartaz.
Director – Boa ideia! Amanhã conta ao teu professor de inglês e começam a trabalhar nisso!
(Passa uma pessoa com um cartaz a dizer “ uma semana depois”…)
Toca a campainha.
Director – Lê – me o teu cartaz, por favor!
Ana – No
Inês – Então Maria já fizeste o teu cartaz?
Maria – Sim, mas não tens nada a ver com isso!
Ana – Vamos afixar os cartazes!
Diana – Sim, vamos!
Director vem ver os cartazes.
Director – Estou muito satisfeito!
Inês – Obrigado.
Depois de afixarem os cartazes Inês vai ter com a Maria.
Inês – Então como te sentes?
Maria abraçando Inês – Sinto-me bem, obrigado. Vou deixar de tomar drogas, graças a ti!
Inês – Fixe!
Toca a campainha.
Entram todos e começam a cantar e a dançar. (música viver a vida).Viver a vida



quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Não às roupas de peles de animais!

Texto elaborado por: André Telha, Alexandre Leite, Bogdana Dumych e Claúdia Moreira.

-Não Às roupas de pele de animais

Dois irmãos, o Alexandre e o João, estavam a ler uma revista quando viram um anúncio de roupas de peles de animais.
No dia seguinte, foram ao “shopping” e entraram em muitas lojas de roupa. Chegaram a uma loja e o João disse:
(João) - Olha, que casaco de couro tão giro!
 (Alexandre) - Também acho, é muito giro!
De repente, aparece um homem que eles não conheciam:
 (Sr. André) - Vocês não vêem que para fazer esse casaco foi preciso matar muitos animais.
O João, surpreendido, retorquiu:
(João)  - E quê? Eu gosto deste casaco e por isso vou comprá-lo!
O Senhor contrapôs dizendo:
(Sr. André) - Algum de você tem um animal?
O Alexandre responde:
(Alexandre) - Eu tenho um cão e um gato. Chamam-se, respectivamente, Faísca e Riscas. Já agora, ainda não nos apresentamos. Eu chamo-me Alexandre, este é o meu irmão João e o senhor como é que se chama?
O Senhor diz:
(Sr. André) - Eu chamo-me André. Deixem-me dizer-vos umas coisas: vocês não ficavam preocupados se matassem o vosso Faísca e o vosso Riscas para fazer casacos?
João já chateado diz:
(João)  - Alexandre, vamos lá comprar o casaco, porque eu não estou com paciência para ouvir isto.
Os dois irmãos lá foram até à banca de uma loja Inglesa que existia naquele Shopping e disseram:
(João e Alexandre)- Mr. James Bond, we want to buy this jacket.
(Mr. James Bond) - Very well, I’ll make the purchase.
  O Sr. André chegou logo a correr e disse:
(Sr. André) - Please, do not complete the purchase.
Agora virado para o Alexandre diz:
(Sr. André) - Vá lá não comprem o casaco, meninos. É uma boa acção que fazem hoje.
Alexandre vira-se para o João e sussurra:
(Alexandre) - Realmente, os animais são muito nossos amigos. Por exemplo, quando estamos na rua, e queremos brincar com eles, atiramos um pau e eles vão todos contentes apanhá-lo. Olha o exemplo da nossa avó: tem tantos gatos em casa dela. Está lá tão sozinha… se não fossem os gatos a fazerem-lhe companhia… Se calhar este homem tem razão…
Alexandre, falando agora mais alto, vira-se para o homem que os alertou para o problema:
(Alexandre) - Já decidi, eu não vou comprar o casaco!
O Sr. André, muito contente, agradece:
(Sr. André) - Obrigado meninos! Fico muito contente. E agora, se quiserem, eu posso levar-vos a casa.
Alexandre e João respondem:
(João e Alexandre) - Muito Obrigado, mas nós vamos a pé.
O Sr. André não desiste:
(Sr. André) - Eu insisto em levar­-vos a casa.
Alexandre e João lá cedem:
 (João e Alexandre) - Está bem, vamos lá para casa.
            Quando chegaram a casa, o Sr. André despediu-se:
(Sr. André) - Adeus meninos, até à próxima! Juízo!
Alexandre e João agradeceram os conselhos e a boleia:
(João e Alexandre) - Adeus. Obrigado!
Quando chegou a casa o Sr. André viu a mulher a injectar insulina e disse:
(Sr. André) - Rita, eu vou dormir, se quiseres, quando acabares de injectar a insulina anda dormir.
( saindo um pouco da história)
A Sra. Rita lembrou-se de quando descobriu que tinha diabetes: aos 30 anos, a Sra. Rita foi ao médico fazer um exame para ver se tinha diabetes, porque se sentia muito fraca, estava a engordar, achou que andava a comer açúcar a mais e doía-lhe o corpo. Quando chegou ao consultório disse para a recepcionista:
(D. Rita)- Bom dia, posso entrar?
A recepcionista diz:
(Recepcionista) - Pode Sra. Rita, o Sr. Dr. já está à sua espera.
A Sra. Rita abriu a porta e cumprimentou o médico:
(D. Rita) - Bom dia, Sr. Dr., eu venho fazer o exame para ver se tenho diabetes.
O médico responde:
(Médico) - Eu sei, Sra. Rita, vamos começar.
A Sra. Rita fez os exames e foi para casa.
Passado uns dias, a Sra. Rita voltou.
A recepcionista mal a viu disse-lhe:
(Recepcionista) - A Sra. Rita pode entrar.
A Sra. Rita entrou e cumprimentou o médico:
(D. Rita) - Bom dia, Sr. Dr., como é que estão os exames?
O médico respondeu:
(Médico) - Bom dia, Sra. Rita, isto não está muito bom. A Sra. tem diabetes. Vai ter que ter muitos cuidados.
A Sra. Rita foi para casa muito triste.
Voltando ao presente, a Sra. Rita responde ao marido.
(D. Rita )- Eu também vou.
E foram os dois dormir.
 Durante a noite, o Sr. André não conseguiu esquecer o que tinha acontecido durante o dia e teve um pesadelo:
Dois rapazes, vestidos de caçadores, andavam na floresta atrás de muitos animais. Os animais acabaram por ser apanhados e abatidos.
André começou a mexer-se muito, a transpirar abundantemente, acabando por acordar a mulher. Esta acabou por ficar também nervosa. Tentou acordá-lo, no entanto, não conseguiu.
O Sr. André continuava a mexer-se e a transpirar muito.
Finalmente, a mulher consegue acordá-lo e diz:
(D. Rita) - O que é que te aconteceu, André?
O Sr. André, ainda abalado, sussurrou:
(André) - Ai, ainda bem que foi só um pesadelo.
Rita, preocupada, pergunta:
(D. Rita) - Que pesadelo, homem de Deus?
O marido, não quis responder:
(André) - Não interessa. Eu vou sair.
O Sr. André foi-se vestir e saiu para casa dos dois irmãos.
Quando lá chegou, tocou à campainha e os dois irmãos foram logo abrir, não escondendo a surpresa:
(João e Alexandre) - Olá, Sr. André! Por aqui!
O Sr. André cumprimenta-os:
(André) - Bom dia, meus meninos!
Os meninos interrogaram-no:
(João e Alexandre) - O que se passa?
O Sr. André diz:
(André) - Vim só saber se estava tudo bem. É que esta noite sonhei que vocês andavam a matar animais no mato.
Os irmãos declararam:
(João e Alexandre) - O quê? … Não se preocupe, o Sr. André pode ir descansado. Esta lição nós já aprendemos. Para toda a vida!
(André) - Assim espero, meus meninos.
 O Sr. André, mais tranquilo, lá foi para casa muito contente por estar tudo bem. 


Personagens:
1.       João (Zé Pedro)
2.       Alexandre (Alexandre)
3.       Sr. André (Emanuel)
4.       James Bond  (André)
5.       D. Rita (Claúdia)
6.       Recepcionista do Consultório (Bogdana)
7.       Médico (Diogo Tavares)
Narrador (André